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Sérgio, obrigada ;)

Falta de sono deixa funções cerebrais instáveis, diz estudo
21 de maio, 2008 - 10h12 GMT (07h12 Brasília)

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos e cingapurianos apontou que a falta de sono torna as funções cerebrais instáveis.

Os pesquisadores, da Duke University e da Universidade Nacional de Cingapura, afirmaram que mesmo estando privado de sono, o cérebro pode operar normalmente por certo tempo, mas em seguida responde lentamente diante de estímulos que requerem atenção e interpretações visuais.

“Os períodos de funcionamento aparentemente normal do cérebro podem dar falsa idéia de competência e segurança, quando, de fato, a inconstância cerebral pode ter conseqüências horrendas”, disse o coordenador da pesquisa, Michael Chee.

Segundo os especialistas, quando privado de sono, o cérebro pode processar processos visuais simples, como enxergar painéis luminosos.

No entanto, as “áreas visuais maiores” do órgão – responsáveis por dar sentido ao que vemos – não funcionam muito bem.

“É aí que reside o perigo da abstinência do sono”, acrescentou o pesquisador.

Apagão
Para testar a teoria, os especialistas usaram uma técnica de ressonância magnética que mediu o fluxo sangüíneo cerebral de um grupo de voluntários. Essa medida serviu como um termômetro da atividade cerebral.

Parte dos participantes teve boa noite de sono enquanto a outra passou a noite em claro. Eles tinham de identificar letras maiúsculas e minúsculas que piscavam em um painel.

Os pesquisadores observaram que voluntários de ambos os grupos viam as letras, mas os que estavam sem dormir tiveram mais dificuldades de identificar as diferenças de tamanho.

Os pesquisadores acreditam que os resultados têm implicações diretas nas rotinas de pessoas que trabalham durante a noite, como motoristas de caminhão e médicos.

“A maior descoberta é que o cérebro de um indivíduo privado de sono pode trabalhar normalmente, mas algumas vezes sofre de algo parecido com um apagão”, disse Clifford Saper, da Universidade de Harvard.

A pesquisa foi publicada na revista especializada Journal of Neuroscience.

Bom, depois de algumas noites sem dormir, estou estreando em um novo condomínio! É, o Este ou Aquele? mudou! Fazemos parte de um condomínio de ciências agora: Lablogatórios, dispersando ciências, não deixe de conhecer todo o conteúdo oferecido, tenho certeza que você vai gostar!

Mas se o sono pegar, melhor dormir em um lugar diferente do volante, por exemplo, só assim diminuiremos estatísticas como essa mostrada no vídeo.


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Árbitros podem favorecer atletas que vestem vermelho, diz estudo
12 de julho, 2008 - 10h38 GMT (07h38 Brasília) Oliver Conway BBC News

Há muito tempo torcidas rivais acusam os árbitros de favorecerem times como os ingleses Manchester United e Liverpool. Agora parece que eles podem ter alguma razão para a queixa - ambas as equipes usam uniformes vermelhos e um novo estudo na Alemanha sugere que isso pode dar a elas uma vantagem em decisões difíceis.

Pesquisadores da Universidade de Münster testaram sua teoria de que os árbitros favorecem inconscientemente competidores vestidos de vermelho em juízes que atuam em lutas de arte marcial do tipo taekwondo.

Quarenta e dois árbitros assistiram a vídeos de disputas e deram pontos para a os competidores. Os atletas tinham desempenho muito semelhante e um usava uniforme azul e o outro, vermelho.

Em seguida, os pesquisadores submeteram novamente os vídeos aos árbitros, mas com as cores das roupas trocadas graças a um truque de computador. Eles deram 13% mais pontos aos atletas que vestiam vermelho, embora a sua atuação fosse exatamente a mesma de antes.

O estudo complementa pesquisa do biólogo que estuda evolução, Russel Hill, e que sugere que roupas vermelhas ajudam os atletas a ter melhor desempenho.

Hill disse à BBC que este novo estudo vem de encontro aos resultados de outros esportes Olímpicos de combate, como luta greco-romana e boxe.

Os pesquisadores alemães acreditam que exista um favorecimento também no futebol, mas bem menor do que o verificado em esportes de combate.

Bom, essa pesquisa, sem dúvidas será utilizada pela CBF.

Brigas de casal podem prolongar a vida, diz estudo
23 de janeiro, 2008 - 08h05 GMT (06h05 Brasília)

Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sugere que os casais que resolvem suas diferenças e manifestam seus sentimentos de raiva ou revolta em relação ao outro vivem mais.

O estudo, publicado na revista especializada Journal of Family Communication, analisou 192 casais ao longo de 17 anos, divididos em quatro grupos.

O primeiro continha casais que expressavam sua indignação quando se sentiam ofendidos injustamente pelo outro; o segundo e o terceiro incluíam casais em que ou o homem ou a mulher reprimiam este tipo de sentimento; e o quarto continha casais em que ambos os membros não demonstravam qualquer reação diante de uma ofensa descabida.

Segundo os especialistas, entre os 26 casais do grupo que reprimiam seus ressentimentos, houve 13 mortes ao longo do estudo. Entre os 166 pares restantes, 41 morreram.

Injustiça

Para o coordenador do estudo, Ernest Harburg, quando ambos os cônjuges reprimem sua indignação diante de uma “ataque” ou crítica injusta do outro, o risco de morte dobra.

“Quando casais se unem, uma das tarefas mais difíceis é saber se reconciliar após uma briga”, disse Harburg. “E ninguém é treinado para isso. Se o problema não resolve e, em vez disso, a pessoa enterra a raiva e fica remoendo esse sentimento, pode estar correndo riscos.”

O pesquisador explicou que o estudo se concentrou em críticas consideradas injustas e inadequadas. Nos casos em que as críticas foram consideradas justas, não houve indignação ou rancores por parte dos membros do casal.

Harburg ainda disse que os resultados da pesquisa são preliminares e que os pesquisadores agora preparam um novo estudo para acompanhar casais ao longo de 30 anos.

Gente eu vou viver muito, pois se tem uma coisa que eu não faço é guardar o que me faz mal ou bem para depois, se gosto, digo que gosto, sem jogos ou enrolação, se não gosto também. E eu uso todas as vias, voz levemente alterada (alta), e-mail, mensagem pelo celular, scrap… em fim eu não deixo mal entendido para amanhã e vou te considerar melhor amigo se falar o que sente para mim e não para os outros que não tem nada com o assunto!

Depois que adotei um passado de 2 dias as coisas melhoraram mais ainda, sabe por quê? Como eu falo na hora o que sinto e penso, dou um prazo máximo de 2 dias para as outras pessoas fazerem também… pois se tem coisa detestável nessa vida é começar uma discussão por causa do leite e a pessoa começar falar coisas de quando a vaca ainda nem tinha nascido!!!

Bem é isso encerro com uma frase que uso no meu orkut: “Depois que eu morrer pouco me importa saber se você gostava de mim ou não… por isso, diga o que tiver de me dizer, bom ou mal, mas diga agora!!!” (Tine Araujo)

E você já soltou o verbo hoje??? Amanhã pode ser tarde…

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Divórcios aumentam quase 20% em 2007 na China
25 de janeiro, 2008 - 10h58 GMT (08h58 Brasília)

A taxa de divórcios na China aumentou em quase 20% em 2007, segundo o Ministério dos Negócios Civis do país.

Cerca de 1,4 milhão de casais de divorciaram no ano passado, um aumento de 18,2% em relação a 2006.

Segundo a agência estatal de notícias chinesa, Xinhua, o número de divórcios no país está aumentando desde 1980, quando o número de casais que se divorciaram foi de 341 mil.

Segundo o correspondente da BBC em Pequim Daniel Griffiths várias razões podem explicar o fenômeno, entre elas, uma mudança da lei que facilita os trâmites do divórcio.

Uma nova regulamentação implantada em 2003 simplificou o procedimento, permitindo que os casais se divorciem num prazo de um dia a um custo de 10 iuan (cerca de R$ 2,44).

Antes da nova lei, os casais tinham que pedir permissão dos empregadores ou de comitês comunitários para o divórcio. Muitos também desistiam do divórcio para evitar o constrangimento público.

Filhos únicos

Outros fatores para explicar o aumento no número de divórcios seriam a extensão de turnos de trabalho e pressões sobre pessoas que migraram de zonas rurais para a cidade em busca de trabalho.

A política do filho único adotada na China, segundo Griffiths, também teria responsabilidade no fenômeno, por fomentar a formação de uma geração de adultos que se concentra em suas próprias necessidades e seria incapaz de manter um relacionamento.

Chen Xinxin, especialista do Instituto de Estudos da Mulher da China, afirmou que mais mulheres conseguiram a independência financeira e estão determinadas a ficarem solteiras.

“Isto também contribuiu para a alta incidência de divórcios”, disse.

Mas o governo também relatou um aumento no número de casamentos em 2007, da ordem de 12%, em relação a 2006. Foram 9,5 milhões de casamentos.

O aumento nos divórcios não significa que os chineses estão perdendo a fé no casamento, disse Xu Anqi, da Academia de Ciências Sociais de Xangai à agência Xinhua.

“Eles procuram casamentos de maior qualidade. As expectativas estão mais altas. As coisas que casais agüentavam há dez anos não são mais toleradas atualmente”, disse.

A notícia é velha, mas o prazo de um dia a um custo de 10 iuan (cerca de R$ 2,44) para o divórcio não pode passar em brancas nuvens! Mais barato do que casar! Conheço uns 5 homens que ficariam muito felizes se esse fosse o valor cobrado no Brasil. Esse negócio de filho único e, de preferência, do sexo masculino também é uma coisa assustadora que acontece por lá, não apoio! Assim como, também, não apoio casamentos de aparência!

Por fim, fiquei com vontade de ler o livro Mulher Chinesa de Ana Cristina Alves e entender melhor como as coisas funcionam por lá.

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Anestésicos podem piorar dor pós-operatória, diz estudo
24 de junho, 2008 - 16h13 GMT (13h13 Brasília)

Alguns anestésicos podem piorar a dor após a cirurgia, diz um estudo publicado nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, feita por especialistas do Georgetown University Medical Center, em Washington DC, algumas drogas anestésicas usadas mundialmente possuem efeito irritante, estimulando os nervos e causando desconforto muito tempo após a operação.

O estudo, incluído na mais recente edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, pode levar profissionais da área a optar por outros tipos de anestésicos.

Um especialista britânico disse que resolver o problema da dor pós-operatória é hoje uma prioridade entre anestesistas.

Alho e pimenta malagueta

Os cientistas sabem há algum tempo que certas drogas, como o gás isoflurano, são eficientes em levar o paciente ao estado de inconsciência e mantê-lo nessas condições, mas também são agentes químicos irritantes.

Alguns anestesistas usam drogas analgésicas para minimizar esse efeito antes mesmo de ministrar o anestésico.

O novo estudo, no entanto, sugere que a ação irritante dos anestésicos não é passageira, e permanece durante muito tempo após os efeitos do analgésico e da anestesia terem passado.

Segundo os cientistas, essas drogas agem nos mesmos receptores das células nervosas que são ativados quando em contato com substâncias como alho, mostarda e pimenta malagueta.

Se estimulados de forma muito intensa, os receptores podem não apenas produzir uma sensação imediata de dor, mas também podem levar a uma supersensibilização a longo prazo dos sensores da dor no sistema nervoso.

No paciente, a conseqüência pode ser um aumento significativo da dor após a cirurgia.

Experiência

Como parte do estudo, os pesquisadores manipularam o DNA de ratos, retirando dos animais dois receptores nervosos específicos.

Eles verificaram que os animais não apresentaram sinais de dor após ser expostos aos gases anestésicos.

O responsável pelo estudo, Gerard Ahern, disse: “Não há um reconhecimento de que essas drogas resultem na liberação de substâncias químicas que recrutam células do sistema imunológico para os nervos, o que causa mais dor de inflamação”.

“A escolha do anestésico parece ser um determinante importante na dor pós-operatória”.

Ahern disse que embora esse efeito possa ser reduzido pelo uso de outros tipos de anestésicos, as alternativas disponíveis podem não ser tão eficientes em outros aspectos.

Comentando o estudo, Ian Power, um especialista da University of Edinburgh, na Escócia, disse que a dor pós-operatória continua a ser um problema sério, apesar de avanços no campo da anestesia nas últimas décadas.

“Estamos muito conscientes de que a dor aguda pós-operatória pode persistir e tornar-se crônica e duradoura, e temos procurado as razões para isso - talvez essa pesquisa possa esclarecê-las.”

Outro especialista, Richard Langford, do Bart’s e The London NHS Trust, disse que os resultados são interessantes, mas ressaltou que vários fatores se combinam para produzir a sensação de dor, como as proporções da cirurgia, a disposição mental e o grau de ansiedade do paciente.

Fazer uma cirurgia sem anestesia ao meu ver é desumano! Espero que ninguém nunca precise fazer uma sem! Agora viver com dor para o resto da vida, também não dá! Fortaleza já está tratando os casos de dor crônica, espero que o resto do país também siga esse exemplo!

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Homens gostam mais de sexo casual do que mulheres, diz estudo
26 de junho, 2008 - 12h08 GMT (09h08 Brasília)

Uma pesquisa realizada na Inglaterra sugere que os homens gostam mais de sexo casual do que as mulheres.

Publicado na revista científica Human Nature, o estudo é resultado da análise do comportamento de 1743 homens e mulheres nas manhãs seguintes às relações sexuais casuais.

Os resultados mostram que 80% dos homens avaliaram o encontro de maneira positiva, comparados com 54% das mulheres que fizeram uma boa avaliação da relação sexual.

Segundo a pesquisa, os homens demonstram maior satisfação sexual, autoconfiança e gostam de contar aos amigos sobre suas experiências.

Já muitas mulheres entrevistadas disseram se sentir usadas e decepcionadas e ainda se preocupam com a conseqüência para sua reputação.

“As restrições feitas pelas mulheres foram menos relacionadas à brevidade do encontro, e mais ao fato de que os homens parecem não apreciá-las. Para as mulheres, essa falta de gratidão implicaria na percepção de que elas fazem isso com vários homens”, disse Anne Campbell, que liderou a pesquisa.

Evolução

De acordo com a autora, o fato de as mulheres não terem se adaptado ao sexo casual está relacionado à própria evolução da espécie.

“Em termos evolutivos, as mulheres sentem mais o peso do cuidado parental e há uma visão geral de que era uma vantagem para as mulheres escolher com cuidado e se manter fiéis aos seus parceiros para que eles não tenham motivo para pensar que estão cuidando do filho de outro homem”, disse Campbell.

Para ela, isso explicaria porque, para as mulheres, a qualidade importa mais do que a quantidade – uma opinião que, segundo a autora, seria diferente da dos homens.

“Os homens são mais aptos a se reproduzirem e por isso se beneficiam de relações casuais com diversas parceiras”, afirmou.

De acordo com Campbell, as alterações hormonais provocadas pelo ciclo menstrual das mulheres poderiam explicar a razão pela qual, apesar de avaliarem as relações de forma negativa, elas continuam fazendo sexo casual.

Sexo casual, amizade colorida, tico-tico no fubá e a mais nova que aprendi com um blablaísta: lesco-lesco (ele aprendeu com o Judão) ou é isso ou não é nada, dessa forma a mulher continua fazendo sexo casual mesmo achando que o homem não a valoriza! Eu não sei que opinião emitir sobre esse assunto, meu conselho sempre é: “Se você acha que vai se arrepender depois, então não faça/provoque!”

Achei um vídeo que explica mais ou menos esse processo! Para os que lêem por feed/e-mail, é só clicar aqui!

Meta do Milênio de mortalidade infantil ‘não está sendo cumprida’
Da BBC Brasil em Brasília - Denize Bacoccina - 08:30 22/1/2008

Um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre a situação mundial da infância mostra que, pela primeira vez o número de mortes entre crianças com menos de cinco anos em todo o mundo, foi inferior a 10 milhões. Ainda assim, se continuar no ritmo atual, não será cumprida a Meta do Milênio referente à redução da mortalidade infantil.

“No geral, a situação está melhorando um pouco, mas no ritmo atual a meta não será cumprida”, afirmou a representante do Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier.

“Está numa boa direção, mas muito devagar. É preciso acelerar os esforços para que isso aconteça”, diz ela.

O número de mortes de crianças com menos de cinco anos caiu de 93 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 72 em 2006. Para que a meta de 31 mortes por mil nascidos vivos seja alcançada, é preciso um esforço maior do que o que vem sendo feito atualmente.

A meta é que em 2015 o número de crianças que morrem antes de completar cinco anos seja reduzida para 4,3 milhões.

O relatório deste ano, que está sendo divulgado nesta terça-feira pelo Unicef, mostra que 9,7 milhões de crianças morreram em 2006 antes de completar cinco anos. No relatório anterior o número era de 13 milhões.

Desde 1960, a queda na mortalidade na infância foi de 60%, principalmente por causa de uma redução nas mortes por sarampo nos últimos anos, a partir de campanhas mais efetivas de vacinação em regiões mais carentes, como África e partes da Ásia.

América Latina

A América Latina é a região que mais evoluiu. Passou de um índice de 55 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 27 por mil em 2006.

Também estão a caminho de cumprir a meta, de acordo com o Unicef, o leste da Ásia, o leste europeu e os países desenvolvidos. Estes já conseguiram uma redução de 10 por mil para 6 por mil entre 1990 e 2006, mas têm que avançar ainda mais.

Todas as metas são baseadas na redução em relação ao índice já observado no país, mesmo que já seja reduzido.

A África Ocidental e Central são as regiões com a mais alta taxa de mortalidade e que menos progrediram neste período, de 208 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 186 óbitos por mil em 2006.

Também fizeram progressos insuficientes para cumprir a meta no ritmo atual a África Oriental e Meridional, o Oriente Médio e o norte da África e a Ásia Meridional.

O Brasil melhorou sua posição em relação a outros países. Num ranking que lista os países com maior mortalidade em primeiro lugar, o Brasil passou de 86° para 113° lugar, com 20 mortes por mil.

Na América Latina, só tiveram resultado melhor a Argentina, com 16 mortes por mil nascidos vivos, o Uruguai, com 12 mortes por mil, e o Chile, com nove mortes por mil.

A meta não está sendo cumprida e muito menos divulgada, assim como o fato de 2008 ser o Ano do Planeta! Essas coisas não repercutem e muito menos dão Ibope… mais espere as eleições chegarem… todo mundo lembra das criancinhas e blá, blá, blá… mas quando não tem eleição, como eles fazem para você lembrar que elas existem? Fácil!!! Você, que já paga impostos e que ora toda noite para a CSS não ser aprovada, é bombardeado com campanhas que rimam com “tom” e “esperança”, mas que no fundo só transmitem para você que você é responsável em melhorar o mundo, enquanto eles dançam no congresso e gargalham da nossa cara!!! O que ocorre, então? Ocorre que poucos aproveitam a oportunidade para, realmente, mudar o mundo…o que me deixa muito triste! Esse é um ano em que você pode fazer mudar o jogo! Lembre-se: 2008 é o ano da criança, do Planeta e de você pensar melhor antes de votar! Não deixe que as olimpíadas cegue você!

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E-mail recebido do Prof Joel Maurício Corrêa da Rosa, Coordenador do Curso de Estatística na UFPR, dia 24/06/08.